DIETA SAUDÁVEL PODE PROMOVER A SAÚDE ÓSSEA EM MULHERES NO PERÍODO DE ENVELHECIMENTO, ENTRETANTO DEVEMOS PRESTAR ATENÇÃO DE QUE A OSTEOPENIA E OSTEOPOROSE, PODE COMEÇAR NA FASE INFANTO JUVENIL, CASO NÃO SEJA ACOMPANHADA DE CUIDADOS ADEQUADOS PRECOCEMENTE. O SEGREDO É TOMAR ATITUDE PREVENTIVA, POIS SE TRATA DE DOENÇA MUITO FREQUENTE E GRAVE

Com o aumento da expectativa de vida no mundo, a osteoporose tornou-se um grave problema de saúde pública, onde a prevenção passou a ser essencial para que os idosos vivam com mais qualidade de vida. A prevenção da osteopenia e osteoporose deve ter início desde a primeira infância e deve permanecer durante a vida adulta e terceira idade ou melhor idade.

 

A fratura por osteoporose tem elevada prevalência e representa importante problema de saúde pública no Brasil, especialmente a de quadril, cuja incidência aumenta com a idade e está associada à deterioração da qualidade de vida e à maior mortalidade.

 

Existem diversos fatores de risco associados à baixa massa óssea como ausência de terapia hormonal após a menopausa, baixa exposição solar, consumo de bebidas alcoólicas, ingestão inadequada de cálcio, sedentarismo, história familiar de osteoporose, tabagismo, baixo peso e baixa estatura, idade avançada, baixa escolaridade, menarca tardia, menopausa precoce e menor índice de massa corporal. Esses fatores de risco refletem o envolvimento de diversos aspectos na determinação do maior risco de fratura, como hereditariedade (história familiar de fratura), hábitos de vida (atividade física, tabagismo e ingestão alimentar), qualidade de vida, quedas e o envelhecimento propriamente dito, com deterioração da qualidade óssea, desencadeando a osteopenia e osteoporose.

 

Outro fator que pode tornar-se prejudicial à saúde óssea é o consumo dietético inadequado de cálcio, pois uma das principais deficiências nutricionais no climatério refere-se a este nutriente. Este fato compromete a mineralização e a manutenção óssea, promovendo, dessa forma, o agravamento da osteoporose. Um consumo adequado de cálcio que atende as recomendações diárias está em torno de 1000mg/dia, e com o avançar da idade as necessidades aumentam para 1200mg/dia. Sobre o consumo de vitamina D, a deficiência está relacionada com a diminuição da absorção do cálcio e densidade mineral óssea, tendo como conseqüência a osteomalácia e futuramente a osteoporose.

 

O consumo de vitamina D/dia, varia de pessoa para pessoa e deve ser orientada por endocrinologista, mediante avaliação cuidadosa. A exposição ao sol desencadeia a produção de vitamina D na pele, mas pode não ser somente esta atitude importante o suficiente para adequação da quantidade necessaria ao organismo humano. Alguns alimentos também representam uma fonte desta vitamina.

 

Portanto, estar atento a todos estes fatores de risco e promover a prevenção, oferecendo o aporte adequado de cálcio e vitamina D e incentivando a prática de atividade física, desde a caminhada, corridas até a musculação são os melhores meios para que os adultos de hoje tenham uma qualidade de vida melhor na terceira idade ou melhor idade.

 
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